Para quem olha de fora, a mineração de agregados (areia e brita) pode parecer apenas uma atividade de extração. No entanto, o novo episódio do AEJ Conecta revela uma realidade profunda: a cidade que habitamos hoje, com todo o conforto de nossas casas, sistemas de transporte e infraestrutura, já foi uma vasta floresta. Para construirmos nossa sociedade, transformamos a paisagem, e a mineração é o que fornece a base física para essa evolução.
Neste debate, Jorge De Ritto (Itabrás Mineração) e especialistas reforçam por que a Região Metropolitana de Jundiaí precisa de uma mineração próxima e sustentável.
A Verdade sobre o Impacto e a Recuperação
É comum ouvirmos críticas à atividade minerária, mas o Engenheiro Clory, da Itabrás, traz um dado essencial para desmistificar o setor: a mineração é, hoje, a atividade humana que mais recupera e preserva áreas verdes no Brasil. Onde antes havia extração, hoje existem projetos de reflorestamento e recuperação de ecossistemas que superam muitas outras indústrias.

Por que manter a mineração próxima ao centro consumidor?
A localização estratégica em Jundiaí gera benefícios diretos para a população regional:
Sustentabilidade Logística: Menor distância significa menos emissão de poluentes por caminhões e menos tráfego nas rodovias.
Custo Social: O preço da construção de moradias e escolas em Jundiaí é diretamente impactado pelo custo do frete da areia e da brita.
Desenvolvimento Consciente: Estar perto permite uma fiscalização mais eficiente e um diálogo constante entre o poder público, engenheiros e a comunidade.
Assista ao episódio completo e entenda como equilibramos progresso e preservação: https://www.youtube.com/watch?v=HpwEwEHeGU0




